Muito se tem questionado
sobre a criação do homem em relação aos fatos descritos na bíblia e as
afirmações da ciência moderna. A pergunta que se faz presente é: “Viemos
do barro ou descendemos dos primatas? ”. Ainda que haja registros
científicos e comprovações da vida através da evolução de microrganismos vindos
da água, o dogmatismo ainda prende certos fanáticos aos escritos simbólicos da
bíblia como um único e indiscutível argumento de que ali consta, a “palavra de
Deus”. Portanto não podemos nos desfazer da ciência, nem tão pouco discriminar
os escritos da bíblia, porém há a necessidade de uma interpretação mais
elaborada e profunda dos escritos místicos e alegóricos que nela aparecem. O
espiritismo veio para esclarecer os ensinamentos de Jesus cristo, transmitidos
naqueles tempos de ignorância humana, pois era de suma importância que a
ciência evoluísse para que a doutrina espírita surgisse e o homem atual fosse
capaz de entender com mais clareza os verdadeiros ensinamentos da bíblia por
trás das parábolas, em comparação com as descobertas cientificas no decorrer
desses anos.
Nos primórdios da formação
do planeta terra, os prepostos do cristo, já definidos os seres que viveriam
nos três reinos inferiores e terminado as experimentações do então misterioso
processo de transição entre o reino animal e humano. Houve então a criação do
protoplasma no orbe terrestre, nesse vieram a originar os microrganismos que
durante um processo evolutivo de milhões de anos, deram origem ás plantas e
animais, seguindo o processo evolutivo em ordem: Inconsciência para Instinto e
Instinto para razão. Surge então formas crucíferas e bestiais aos quais
denominados por nós como primatas, com braços muito longos, andar vacilante,
olhos sem nenhum sinal de inteligência, prevalecendo apenas o instinto. Charles
Darwin, formulou a teoria da evolução em 1859, onde sobressaiam os mais aptos,
seguindo a seleção natural da espécie e assim o foi com a humanidade.
Inicialmente a vida teria surgido na água através do
protoplasma e após milhares de anos, em estágio de evolução, surgem as
primeiras formas humanoides.
Explicando melhor sobre o
processo evolutivo da humanidade, dividindo em raças hierarquicamente
organizadas, sendo que:
Primeira Raça Mãe: Criação dos
espíritos, ainda presentes no plano etéreo, sem nenhuma experiência carnal,
integrados também a corpos fluídicos.
Segunda Raça Mãe: Os espíritos
animalizados reencarnam em corpos primitivos e animalescos, onde apresentam
mais lucidez e traço de personalidade e há a prevalência do instinto. (Podem
ser considerados como raça Pré-Adâmica).
Terceira e quarta Raça
Mãe: Com
a sentença divina proferida, os *Capelinos reencarnaram entre essas duas raças,
dando um novo rumo à humanidade de forma intelectual e cultural. Esses humanos,
possuíam corpos mais agigantados, eretos, braços menores e pernas maiores, que
caminhavam com mais firmeza e segurança, em cujos olhos se faziam presentes
traços de inteligência e maior entendimento das coisas.
Apresentando em resumo a
seguinte escala evolutiva:
Símios e primatas - Tipo evoluído de
primata: Procônsul (25 milhões de anos)
Homo Erectus – Pitecantropo e
Sinantropo (500 mil anos)
Homo Sapiens – Solo, Rodésia,
Florisbad, Neandertal (150 mil anos)
Homo Sapiens sapiens - Swanscombe,
Kanjera, Fontéchevade, Cro-Magnon e Chancelade (35 mil anos).
Ainda que descobertos fósseis dessa humanidade primitiva, não se
encontrou provas do processo de transição (Elo perdido) entre essas formas
animalizadas e o humano, e nunca haveriam de encontrar no plano terrestre
material, pois, tal processo se deu nas esferas espirituais. A disposição
geológica do globo, era composta por seis continentes: América do Norte,
América do Sul, Hiperbóreo, África, Atlântida e Lemúria.
Os continentes referidos
eram habitados pela terceira raça e continham a seguinte distribuições dos
povos (Era da Pedra Lascada):
Lemúria – os Rutas, homens de pele escura.
Ásia – os Mongóis, de pele amarelada.
(Considerados a raça mais adiantada em relação as outras).
Atlântida – os Atlantes, de pele avermelhada, (os primitivos), que serviram
de semente à Quarta Raça.
Nos demais continentes,
sem a diferenciação de cor, os habitantes seguiam os mesmos arquétipos
biológicos já citados nesse artigo.
A humanidade estava
caminhando a passos lentos rumo ao progresso espiritual, fez-se necessário
então uma ajuda das altas esferas espirituais para que fosse definido os
próximos rumos da humanidade. Analisando a pluralidade dos mundos e de acordo
com as condições de vida relativos ao grau de evolução dos espíritos, seguindo
as condições em que um plano imperfeito é um plano onde há a prevalência da
matéria, enquanto que mundos mais perfeitos são menos materializados e etéreos.
Destacamos a Constelação do Cocheiro, situada a 45 anos luz do nosso planeta e
formada por um grupo de estrelas de várias grandezas, a qual pertence a estrela
Alpha Aurigae (conhecida por nós como Capela), estrela de primeira grandeza e
inúmeras vezes maior que o nosso sol, possui cor amarela, o que demonstra ser um
sol, e deve ser habitada por uma humanidade muito evoluída.
(Consultar questão 188, LE). Verificamos ainda na passagem bíblica; “HÁ
MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI...” João 14, 1 – 4.


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